quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Para Refletir!


Sabe aquele momento que a gente pensa que chegou no limite das
próprias forças e que não vai mais conseguir avançar? Quando não
contemos as lágrimas (e nem devemos!) e tudo parece um grande vazio...

Esse momento que, não importa a nossa idade, pensamos que já é o
fim... e um desânimo enorme toma conta da gente...

Esse momento, ao contrário do que parece, é justamente o ponto de partida!!!

Se chegamos a um estado em que não avançamos mais, é que devemos
provavelmente tomar uma outra direção.

Quando chegamos a esse ponto de tal insatisfação é sinal de que alguma
coisa deve ser feita.

Não espere que os outros construam pra você, planeje e faça! Você é
responsável pelos próprios sonhos e pela realização destes. Nas obras
da vida não precisamos de arquitetos para planejar por nós. Com um
pouco de imaginação e um muito de boa vontade podemos reconstruir
sozinhos a casa que vamos morar e o futuro que nos oferecemos.

É humano se sentir fragilizado às vezes e mesmo necessário para que
tenhamos consciência que não somos infalíveis, não somos super-heróis,
mas seria desumano parar por aí. E injusto. Para os outros, mas
principalmente para consigo mesmo.

Recomeçar é a palavra! Recomeçar cada vez, a cada queda, a cada fim de
uma estrada! Insistir!...

Se alguém te feriu, cure-se!

 Se te derrubaram, levante-se!

Se te odeiam, ame!

Erga-se! Erga a cabeça!

Olhando pra baixo só podemos ver os próprios pés. É preciso olhar pra frente.

Plante uma árvore, faça um gesto gentil, tenha um atitude positiva. É
sempre possível fazer alguma coisa!

Não culpe os outros pelas próprias desilusões, pelos próprios
fracassos. Se somos nossos próprios donos para as nossas vitórias, por
que não seríamos para as nossas derrotas?

 Onde errou, não erre mais! Onde caiu, não caia mais! Se você já
passou por determinado caminho, deve ter aprendido a evitar certas
armadilhas.

Então, siga!

Não se esqueça de uma grande promessa feita na Bíblia:

"Esforça-te e eu te ajudarei."

Dê o primeiro passo... depois caminhe!!!

Tenho certeza que a felicidade não mora ao seu lado, nem à sua frente,
ela está junto de você!

Descubra-se, faça-se feliz e tenha um lindo dia!

Texto de autoria de Letícia Thompson , utilizado em trabalho
terapêutico pela Psicóloga Suênia Medeiros.

"Se gradativamente você chegou ao fundo do poço, gradativamente SAIA dele"

VOCÊ É CAPAZ E DEVE SER FELIZ!!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Coisas simples que ajudam seus Filhos a Aprenderem



Pais e encarregados de cuidar das crianças, são pessoas muito ocupadas. Cheias de responsabilidades, emprego fora de casa, roupa para lavar, casa para cuidar, etc.
No entanto, por mais ocupados que possam ser, eis aqui um monte de coisas que elas podem fazer, sem atrapalhar seus afazeres corriqueiros, e que vai auxiliar suas crianças pequenas a se prepararem melhor para enfrentar a Escola. Como as pessoas não estão dispostas a deixarem sua rotina diária de lado para se dedicarem às suas crianças, eis aqui algumas sugestões.
São Pequenas coisas que tem um grande efeito. A maioria destas coisas custam pouco ou nada, e podem ser feitas sem alterar o ritmo de sua rotina diária.
Veja então a seguir, 15 Coisas Simples que qualquer Pai ou responsável pode fazer para ajudar seus filhos a aprenderem mais.
1.    Escute-os e preste mais atenção aos seus problemas ou probleminhas;
2.    Leia com eles;
3.    Conte-lhes histórias da família;
4.    Limite seu tempo de ver televisão ou no computador;
5.    Tenha sempre livros e outros materiais de leitura espalhados pela casa;
6.    Ajude-os a encontrar "aquelas palavras" no dicionário;
7.    Motive-os a usar e consultar uma Enciclopédia, ao invés de pegar tudo pronto;
8.    Compartilhe suas histórias, Poemas e Canções favoritas com eles;
9.    Leve-os à Biblioteca para que tenham seu próprio cartão de acesso aos livros;
10.  Leve-os aos Museus e Lugares Históricos, sempre que possível;
11.  Discuta as novidades do dia ou o que achar que é mais interessante com eles;
12.  Explore as coisas junto com eles e aprenda sobre plantas, animais, história e geografia, etc.;
13.  Ache um lugar sossegado para eles estudarem;
14.  Faça sempre uma revisão nas suas tarefas de casa;
15.  Mantenha sempre contato com seus professores.

Fonte:
U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series(http://sitededicas.uol.com.br/artigo3at.htm)

Escolhas de uma vida

Pedro Bial
A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!

Além do vestibular, jovem deve definir qual caminho quer trilhar

Escolas focam na prova esquecem de ajudar aluno a definir a carreira.
Término do ensino médio representa uma mudança importante na vida.
Ana Cássia Maturano
Algumas coisas na vida funcionam como um marco. Fazer sete anos de idade é uma delas. Antigamente era associado à entrada formal na escola. O que já não acontece mais. Mesmo assim, atingir essa idade parece conferir a criança um status diferente, possibilitando-lhe fazer coisas que antes não era possível (mesmo que isso seja ilusório – talvez, antes, fosse aprender a ler e a escrever).
A vida vai sendo pautada por eventos que vão marcando o avanço no tempo e indicando uma mudança na maturidade das pessoas, ao menos em seu papel social. Às vezes, de tão desejados, parecem que vão demorar muito para chegar. Dando uma ideia de tempo longo e de algo que pode ser deixado para depois.
Até que um belo dia, ao acordar, percebe-se que se está no final do ensino médio, em meados do mês de agosto, prestes a preencher as inscrições dos vestibulares. Aquilo que era distante, não demorou a chegar. Causando misto de frisson e medo.
Ora – dirão muitos – qual o problema? A garotada está se preparando há no mínimo três anos para fazer tão temida prova: muitas aulas, provas, simulados (incluindo de vestibulares passados), discussões de temas da atualidade, leituras de livros propostos... e tantos outros recursos que os colégios têm buscado para dar um bom suporte aos alunos para terem um bom preparo. Tanto assim, que a impressão é que o único objetivo deles é o vestibular.
saiba mais
Só o que a escola oferece não basta. É necessário que haja envolvimento e compromisso do aluno para com o estudo. E como ele deseja passar. Estudou muito para isso e é o que os jovens de sua idade devem fazer quando terminam o ensino médio. E por que tanta angústia?
Ela reside no que significa o vestibular. Não é só fazer uma prova. Significa sair de um caminho pré-estabelecido pela nossa sociedade – pré-escola, ensino fundamental e médio – e começar a trilhar trajeto próprio, com direção menos determinada, que dependerá mais de cada um.
Significa ter que, num momento de grande imaturidade, já escolher uma direção. Sendo que, de tão preocupadas com a prova (que serve de marketing para atrair futuros alunos de acordo com os índices de aprovação), as escolas se esquecem de ajudar seus alunos a amadurecerem a idéia de qual profissão seguir. Deixam de lado o preparo para a vida. A vida concreta e real.
Caso os alunos terminem o ensino médio e por algum motivo tiverem que se virar na vida, trabalhar mesmo, pouca chance terão. Ao menos inicialmente. Eles apenas foram treinados para fazerem a prova. Como se ela fosse um fim em si mesmo. O vestibular deixa de ser uma ponte para seguir um rumo ou planejar o futuro.
É necessário que os estudantes tenham um espaço que informe as diferentes profissões que existem (que os guias ajudam inicialmente), mas que também permita que medos, incertezas e inseguranças possam ser olhados e trabalhados. Onde o futuro seja encarado para além do vestibular.
No final das contas, a ideia de formação integral do aluno, vendida por muitas instituições educacionais, não vai muito além de ensinar a reciclar o lixo. O que é fundamental.
Assim como é fundamental que a escola prepare seus alunos para prestarem o vestibular, mas também para se virarem na vida.
É preciso compromisso nessa caminhada de descoberta profissional!

A Lição de Casa não precisa ser um pesadelo

Você odeia a hora da lição de casa? Seus filhos também? Devo admitir, essa hora é considera o pior momento do dia para muitas famílias.
Ao chegar do trabalho, você já se depara com seu filho a sua espera para realizar as tarefas da escola. Então você já se desespera, pois chegou cansada , tem as tarefas de casa para fazer, o jantar e ainda ter de ajudar na lição.
 Então você respira fundo se enche de paciência e começa. Hoje é lição de matemática, seu filho parece não entender nada, para você então tudo aquilo parece grego. Duas horas depois a paciência inicial já foi embora e a lição ainda nem começou.
O jantar ainda não está pronto e a sua cabeça parece que vai explodir.Quando você se dá conta, já está no meio de um pesadelo: seu filho chorando e você nervosa gritando. Lá se foi o restinho de paciência e auto controle.
Mas, tenho ótimas notícias, o pesadelo pode acabar ainda hoje! Selecionei dicas preciosas para você colocar em prática, e tornar a hora da lição de casa o momento mais tranqüilo do dia. Quer ver como?
1. ” A Professora não explicou essa matéria “
Talvez seja esta fala que o seu filho dirá diante da lição. Saiba que, jamais a Professora enviará lição de casa sem antes ter explicado e trabalhado em sala de aula. Por isso averigúe no caderno ou no livro didático quando foi trabalhado aquele conteúdo e veja como seu filho realizou os exercícios em sala de aula. Isso já será um indicador para saber se ele sabe o que deve ser feito ou não.
Caso ele não saiba, escreva um bilhete para a Professora informando, assim ela traçará novas estratégias em sala de aula para auxiliá-lo.
2. “ Tenho que levar amanhã senão vou levar zero”
Com esta fala o filho faz transfere o problema dele para a mãe. Resultado: muitas mães acabam fazendo a lição do filho. Agindo assim você está errando, e ensinando a ele o jeito distorcido de resolver as coisas. Se ele sabe a lição e não fez, que então sofra as conseqüências, em casa, e na escola. Se ele não fez porque não sabe, então a Professora saberá onde ele precisa de ajuda.
3. Professora manda muita/pouca lição de casa:
Dependendo da idade da criança as lições podem variar de 15 a 40 minutos para o Fundamental I (1º. Ao 5º. Ano) e ir aumentando para até 1.30 do Fundamental II (6º. Ao 9º ano) ao Ensino Médio.
Por isso nada de ficar 3 horas esperando seu filho fazer a lição.
Saiba que a função da lição de casa não é preencher o dia da criança para deixá-la ocupada.
4. Porque ele não faz a lição sozinho ?
Um dos motivos do seu filho esperar por você é simples: ele quer a SUA companhia. Por isso aproveite esse momento para uma interação agradável com seu ele.
Uma dica para esta hora do dia é revezar com o Pai, e cada dia um fica encarregado de ajudar na lição. Afinal os filhos precisam interagir com os dois e não apenas com a mãe.
5. Materiais para a lição de casa:
Separe um cesto ou uma caixa, tudo o que puder ajudá-lo na hora das tarefas. Conforme a idade e série providencie: Revistas velhas e encartes de supermercado, tesoura, cola, dicionários, régua, fita adesiva, corretor, jogos de encaixe, quebra cabeça, enciclopédia, etc. Mantenha esta caixa próxima ao local onde as tarefas serão realizadas.
Agora é com vocês Pais, ajude ao seu filho a ser um estudante de sucesso!
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